Como explicar o paradoxo da antiga lei: “amar o próximo” e “aborrecer o inimigo”? O amor ao inimigo ainda é um ensino chocante? A prática do amor ao inimigo pode ser graduada em etapas? Quais são as recompensas prometidas por Jesus? É factível o “sede perfeitos”? Antônio Honório de Abreu. (Entrevista realizada em 04/09/2009)

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